8/29/08
8/21/08
8/20/08
diferenciações...
medo é quando seu emprego tá perigando se ferrar, ou quando sua namorada fala que atrasou a menstruação.
pânico é, depois de alguns minutos sentado na privada, dar-se conta que não tem papel higiênico.
e tenho dito!
pânico é, depois de alguns minutos sentado na privada, dar-se conta que não tem papel higiênico.
e tenho dito!
manual prático e resumido...
a vida se resolve assim, como diria meu tio, maisoumenamente:
quando tudo, mais tudo, mais tudinho, mais tudinhoinho mesmo, parece que vai mal, faça o seguinte: sente do lado de uma pessoa que você gosta muito e que gosta muito de você. segure na mão dela e olhe para uma coisa bonita. se essa pessoa for bonita aos seus olhos, olhe para ela. nesse caso, peça para ela te contar sobre alguma coisa que ela goste muito. aí aprecie o espetáculo.
se tiver muito ruim, repita a operação com várias outras pessoas.
pode ser ao mesmo tempo.
o coração sai mais quente e cheio depois disso.
quando tudo, mais tudo, mais tudinho, mais tudinhoinho mesmo, parece que vai mal, faça o seguinte: sente do lado de uma pessoa que você gosta muito e que gosta muito de você. segure na mão dela e olhe para uma coisa bonita. se essa pessoa for bonita aos seus olhos, olhe para ela. nesse caso, peça para ela te contar sobre alguma coisa que ela goste muito. aí aprecie o espetáculo.
se tiver muito ruim, repita a operação com várias outras pessoas.
pode ser ao mesmo tempo.
o coração sai mais quente e cheio depois disso.
8/18/08
no teatro...
agora sério...
o que se faz quando não se gostou de uma peça? hoje em dia é meio que obrigatório bater palmas de pé. e aí, por coação, é preciso levantar e bater palmas junto com os outros que, ou são estúpidos e nunca vão ao teatro e, por falta de base de comparação, acharam a peça boa, ou por força do hábito e da vergonha alheia também se levantam.
sou favorável a uma campanha pelo bom senso ao fim de espetáculos:
PALMAS DE PÉ SÓ SE FOR FODA!
algum designer na platéia topa criar uma logo?
o que se faz quando não se gostou de uma peça? hoje em dia é meio que obrigatório bater palmas de pé. e aí, por coação, é preciso levantar e bater palmas junto com os outros que, ou são estúpidos e nunca vão ao teatro e, por falta de base de comparação, acharam a peça boa, ou por força do hábito e da vergonha alheia também se levantam.
sou favorável a uma campanha pelo bom senso ao fim de espetáculos:
PALMAS DE PÉ SÓ SE FOR FODA!
algum designer na platéia topa criar uma logo?
sobre a juventude...
mas não qualquer juventude. a juventude atual.
nem quero me alongar muito nesse tema, tamanha a minha revolta. mas que a minha vontade é de bater na cara desses moleques que 1- gostam de se fazer de vítimas e que a vida é sempre tão difícil e 2- se orgulham [sim... é um orgulho] de, por exemplo, não gostarem de ler, ou de lerem cada vez menos, ou ainda, quando algum autor, diretor, pintor lhes é apresentado, fogem da informação como o diabo foge da cruz.
sobre o 1:
crianças. a vida é boa e não há nada que se possa fazer para mudar isso. nós [e me incluo na categoria 'jovem'] temos o mundo na mão.
juro que quando ouço um: "a vida é tão difícil" [atitude, em geral, de emos, mas não exclusiva...] tenho vontade de bater na cara com as costas da mão, que é como se tratavam as crianças no tempo em que as coisas eram REALMENTE difíceis. não ter fossa sanitária é uma dificuldade, não ter um ps3 é um fato.
sobre o 2:
você vai longe assim...
nem quero me alongar muito nesse tema, tamanha a minha revolta. mas que a minha vontade é de bater na cara desses moleques que 1- gostam de se fazer de vítimas e que a vida é sempre tão difícil e 2- se orgulham [sim... é um orgulho] de, por exemplo, não gostarem de ler, ou de lerem cada vez menos, ou ainda, quando algum autor, diretor, pintor lhes é apresentado, fogem da informação como o diabo foge da cruz.
sobre o 1:
crianças. a vida é boa e não há nada que se possa fazer para mudar isso. nós [e me incluo na categoria 'jovem'] temos o mundo na mão.
juro que quando ouço um: "a vida é tão difícil" [atitude, em geral, de emos, mas não exclusiva...] tenho vontade de bater na cara com as costas da mão, que é como se tratavam as crianças no tempo em que as coisas eram REALMENTE difíceis. não ter fossa sanitária é uma dificuldade, não ter um ps3 é um fato.
sobre o 2:
você vai longe assim...
8/14/08
aglomerações...
descobri ontem que existem dois tipos de cidades:
aquelas em que as pessoas continuam passando durante o sinal amarelo;
e aquelas em que as pessoas arrancam um pouco antes do sinal verde aparecer.
os dois tipo de pessoas não convivem no mesmo espaço...
aquelas em que as pessoas continuam passando durante o sinal amarelo;
e aquelas em que as pessoas arrancam um pouco antes do sinal verde aparecer.
os dois tipo de pessoas não convivem no mesmo espaço...
8/12/08
sobre a velhice...
[sarcasm: mode on]
olha só. não é que eu não goste de velhos por princípio. o que me incomoda é a falta de bom senso no mundo. isso me incomoda desde que eu tenho idade para saber o que é bom senso. e nem me venha com esse papo de que bom senso é um conceito relativo. aceito o fato de que ele não é absoluto, mas sua relatividade é um dado cultural, não pessoal.
enfim...
a falta de bom senso de alguns velhos me incomodou muito nas últimas semanas. porque? me explico:
você está lá. no ônibus. indo para o trabalho. escutando música. lendo. você foi inteligente o suficiente para saber a hora certa de passagem da condução, mesmo não evitando o ambiente lotado, consegue estar sentado. quando você está no meio e um capítulo bem interessante percebe aquele olhar pesado sobre você. é um velho[a]. querendo seu lugar.
ora!
se você é aposentado, porque diabos acordou cedo e pegou um ônibus no mesmo horário que milhares de outras pessoas que não têm outra escolha que não estar em trânsito nesse horário? porque meu Deus?
quer um outro exemplo?
você precisa descontar um cheque. a ÚNICA coisa que uma pessoa normal nos dias de hoje precisa fazer com um atendente é descontar cheques. todo o resto pode ser feito com caixas automáticos. a maioria das pessoas que trabalham SÓ pode fazer isso em seus horários de almoço. mais cedo e mais tarde os bancos estão fechados.
então, porque, novamente, um velho PRECISA ir para o banco naquele, justamente naquele, horário?
e sabe o que me dá mais raiva? não só esse meu blog é ridiculamente pouco acessado, como ele nunca vai ser visto por alguem com mais de 65 anos, ou seja, por um real causador da minha angústia.
olha só. não é que eu não goste de velhos por princípio. o que me incomoda é a falta de bom senso no mundo. isso me incomoda desde que eu tenho idade para saber o que é bom senso. e nem me venha com esse papo de que bom senso é um conceito relativo. aceito o fato de que ele não é absoluto, mas sua relatividade é um dado cultural, não pessoal.
enfim...
a falta de bom senso de alguns velhos me incomodou muito nas últimas semanas. porque? me explico:
você está lá. no ônibus. indo para o trabalho. escutando música. lendo. você foi inteligente o suficiente para saber a hora certa de passagem da condução, mesmo não evitando o ambiente lotado, consegue estar sentado. quando você está no meio e um capítulo bem interessante percebe aquele olhar pesado sobre você. é um velho[a]. querendo seu lugar.
ora!
se você é aposentado, porque diabos acordou cedo e pegou um ônibus no mesmo horário que milhares de outras pessoas que não têm outra escolha que não estar em trânsito nesse horário? porque meu Deus?
quer um outro exemplo?
você precisa descontar um cheque. a ÚNICA coisa que uma pessoa normal nos dias de hoje precisa fazer com um atendente é descontar cheques. todo o resto pode ser feito com caixas automáticos. a maioria das pessoas que trabalham SÓ pode fazer isso em seus horários de almoço. mais cedo e mais tarde os bancos estão fechados.
então, porque, novamente, um velho PRECISA ir para o banco naquele, justamente naquele, horário?
e sabe o que me dá mais raiva? não só esse meu blog é ridiculamente pouco acessado, como ele nunca vai ser visto por alguem com mais de 65 anos, ou seja, por um real causador da minha angústia.
8/7/08
da série: questionamentos breves...
porque as pessoas com mais segurança em relação ao que dizem, falam, proporcionalmente, mais besteiras?
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Em tempo: lembrei de um tio-avô meu que afirmava, categoricamente, que a princesa isabel libertou os escravos porque curtia os pintões dos negões.
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Em tempo: lembrei de um tio-avô meu que afirmava, categoricamente, que a princesa isabel libertou os escravos porque curtia os pintões dos negões.
8/6/08
menino dos cataventos...
ontem eu assisti a um show que me deixou embasbacado pela leveza das composições.
a banda é essa daqui.
a idéia é pegar poemas do Mário Quintana e musicar.
"ah! poemas musicados? que coisa mais sacal!"
engana-se caro [eventual] leitor. engana-se.
como, se dispor de uma conexão minimamente decente, você pode ouvir algumas músicas no my space da banda [não vou ficar lincando toda hora... isso dá no saco] não vou me alongar sobre as músicas.
o mais legal é, na verdade, duas.
- o contra-baixo[-que-faz-vezes-de-celo, graças a um arco] dá uma sustentação linda na maioria das músicas. é quase como se ele fosse a terra fértil que as flores, que são os outros instrumentos, germinam. a metáfora com jardinagem é quase impossível de ser evitada. sério. as canções são primaveris ao extremo [e isso não é problema], tanto em suas letras quando nas melodias [exceto uma que 'frita' um pouco, mas como ela não tem no my space eu não lembro o nome...]
- a vocalista é tecnicamente impecável, e ainda dá um jeito de, mesmo concentrada na respiração e nas notas, ser absolutamente doce e charmosa ao cantar. e o bacana é que ela estava muito nervosa. MUITO! como eu sei isso? ela respirava errado e gaguejava [muito levemente] para falar. e porque isso é bacana? porque o nervosismo desaparecia nas músicas.
apesar desses destaques, todos os outros músicos são impecáveis. as músicas te abraçam e te levam para lugares em que é quase possível sentir o cheiro da flores e vislumbrar suas cores.
infelizmente [talvez não tanto, mas ainda assim...] as músicas têm muito mais força no palco que ouvindo. mas á pra ter um belo gostinho delas lá no my space...
------------
=> em tempo: antes que me crucifiquem [as três pessoas que lêem esse blogue] eu preciso dizer que não tem os nomes dos músicos, nem que instrumentos eles rspectivamente tocam e nem os nomes das músicas, muito menos agenda de shows.
não só tudo isso tá lá no espaço deles, como esse daqui é um lugar para manutenção da minha sanidade mental, logo, anti-jornalistico, no sentido clássico da palavra.
a banda é essa daqui.
a idéia é pegar poemas do Mário Quintana e musicar.
"ah! poemas musicados? que coisa mais sacal!"
engana-se caro [eventual] leitor. engana-se.
como, se dispor de uma conexão minimamente decente, você pode ouvir algumas músicas no my space da banda [não vou ficar lincando toda hora... isso dá no saco] não vou me alongar sobre as músicas.
o mais legal é, na verdade, duas.
- o contra-baixo[-que-faz-vezes-de-celo, graças a um arco] dá uma sustentação linda na maioria das músicas. é quase como se ele fosse a terra fértil que as flores, que são os outros instrumentos, germinam. a metáfora com jardinagem é quase impossível de ser evitada. sério. as canções são primaveris ao extremo [e isso não é problema], tanto em suas letras quando nas melodias [exceto uma que 'frita' um pouco, mas como ela não tem no my space eu não lembro o nome...]
- a vocalista é tecnicamente impecável, e ainda dá um jeito de, mesmo concentrada na respiração e nas notas, ser absolutamente doce e charmosa ao cantar. e o bacana é que ela estava muito nervosa. MUITO! como eu sei isso? ela respirava errado e gaguejava [muito levemente] para falar. e porque isso é bacana? porque o nervosismo desaparecia nas músicas.
apesar desses destaques, todos os outros músicos são impecáveis. as músicas te abraçam e te levam para lugares em que é quase possível sentir o cheiro da flores e vislumbrar suas cores.
infelizmente [talvez não tanto, mas ainda assim...] as músicas têm muito mais força no palco que ouvindo. mas á pra ter um belo gostinho delas lá no my space...
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=> em tempo: antes que me crucifiquem [as três pessoas que lêem esse blogue] eu preciso dizer que não tem os nomes dos músicos, nem que instrumentos eles rspectivamente tocam e nem os nomes das músicas, muito menos agenda de shows.
não só tudo isso tá lá no espaço deles, como esse daqui é um lugar para manutenção da minha sanidade mental, logo, anti-jornalistico, no sentido clássico da palavra.
7/29/08
eu e minhas insistências...
você ainda acha que eu disse alguma besteira em relação às intenções do governo bush II - O Retorno?
pois leia aqui.
e quem disse nem foi o jornalistinha meia boca que acha que sua opinião vale alguma coisa.
foi um dos mais importantes filósofos vivos.
pois leia aqui.
e quem disse nem foi o jornalistinha meia boca que acha que sua opinião vale alguma coisa.
foi um dos mais importantes filósofos vivos.
7/28/08
de um final de semana produtivo...
este fim de semana eu me dediquei a assistir um monte de filmes. como vejo no laptop, com fone de ouvido, estou até com a orelha doendo.
mas foi bom porque consegui entender algumas coisas sobre o processo de preparação do Crinstian Bale para o Batman, nesse segundo filme, ao mesmo tempo que amadureci meus pensamentos sobre o seguinte fato.
sobre o processo de preparação, ficou muito claro para mim como o Cristian Bale usa as temáticas de um filme para amadurecer seu personagem em outro. o que motivou esse meu pensamento foi "Os Indomáveis" [3:10 to Yuma], refilmagem de um faroeste clássico e homônimo.
se no primeiro filme o "Psicopata Americano" [American Psycho] dava a tônica de dupla personalidade para o morcegão [sou um velho conhecido, posso me dar ao luxo de liberdades], nesse filme é a tentação pelo "lado negro da força", para ficar no vocabulário nerd, que dá o tom. no faroeste um fazendeiro [Bale] enxerga no "pequeno serviço" de levar o pistoleiro, Ben Wade [Russel Crowe, com a competência habitual, mas nada além], para o trem que o levaria para a prisão de Yuma [o tal trem das 3:10].
ao longo do filme Wade tenta usar sua maldade charmosa para seduzir seus algozes. da mesma forma o faz o Coringa com sua fé na falta de moral dos homens. e tanto Dan Evans quando Batman/Wayne, mesmo tendo provas inequívocas de que as pessoas podem ser muito ruins e que o mundo caminha para o caos, buscam, no fiapo de sanidade que lhes restam, a salvação para suas próprias almas e para aquilo que lhes restam.
é claro que o fazendeiro é um personagem completamente diferente do Batman. mas é possível captar em ambos o mesmo olhar que é fruto de sua fé inabalável em si mesmo e em sua missão.
ao mesmo tempo, ainda nesse fim de semana, me deparei com a notícia lincada logali em cima. como assim alguém me comete o disparate de comparar o George W. Bush com o Batman? meu primeiro impulso foi escrever um longo texto, mas logo vi que ele seria simplesmente fraco e apaixonado.
o argumento definitivo para rebater a estupidez do autor do artigo é que o Batman não INVENTOU sua guerra. a guerra do batman defende o direito legítimo dos cidadãos de bem da cidade em que vive e ama. ele não usa um ideal distorcido de democracia para impor sua guerra e disfarçar seus reais interesses, convenhamos, puramente comerciais.
ah! os ideais do W, como o articulista do WSJ gosta de chamá-lo, não são fajutos! a guerra que ele trava é contra o terrorismo e pela democracia.
bem, se você tem o nível de leitura de uma criança de cinco anos eu aceito essa interpretação. não mais, não! se a guerra do Bush fosse contra o terrorismo ela estaria sendo travada no Afeganistão [lembram? quem atacou as duas torres? alguém sabe dizer porque ressucitaram o Iraque? depois daquela guerra que o bush pai perdeu?]. e sua guerra não é pela democracia tãopouco. se fosse ele estaria atuando na África, no Leste Europeu ou afins. onde estava a democracia americana no massacre de Timor Leste? [eu sei que é na Ásia]
W não é Batman. ele não escolhe ser vilão para defender um ideal mais nobre. ele escolhe ser vilão para muitos, mais herói para seus comparsas criminosos.
-------------------------------------------------------------------------------------------
em tempo:
- pois é Alinne. agora você me deixou com a pulga atrás da orelha. eu atuei no "No Recreio", "Sorôco, sua mãe, sua filha" e "Feliz Aniversário" do Filhos da PUC. além de um tanto de sckets e intervenções. me adiciona no msn e talvez a gente tenha alguns amigos em comum.
-ah! os fãns Xiitas. um pequeno erro de digitação gera uma reação exagerada. sinceramente, não vou corrigir. sei qual é o plural de "man", conheço a obra de Alan Moore de cabo a rabo e não tenho saco com demonstrações de "eu vi Star Wars mais vezes que você e posso te dizer que o Han Solo atirou primeiro". não entendeu nada? clique aqui e veja o último comentário e aqui para saber o que eu penso disso. quando ao tiro do Han... ah... fica pra depois.
mas foi bom porque consegui entender algumas coisas sobre o processo de preparação do Crinstian Bale para o Batman, nesse segundo filme, ao mesmo tempo que amadureci meus pensamentos sobre o seguinte fato.
sobre o processo de preparação, ficou muito claro para mim como o Cristian Bale usa as temáticas de um filme para amadurecer seu personagem em outro. o que motivou esse meu pensamento foi "Os Indomáveis" [3:10 to Yuma], refilmagem de um faroeste clássico e homônimo.
se no primeiro filme o "Psicopata Americano" [American Psycho] dava a tônica de dupla personalidade para o morcegão [sou um velho conhecido, posso me dar ao luxo de liberdades], nesse filme é a tentação pelo "lado negro da força", para ficar no vocabulário nerd, que dá o tom. no faroeste um fazendeiro [Bale] enxerga no "pequeno serviço" de levar o pistoleiro, Ben Wade [Russel Crowe, com a competência habitual, mas nada além], para o trem que o levaria para a prisão de Yuma [o tal trem das 3:10].
ao longo do filme Wade tenta usar sua maldade charmosa para seduzir seus algozes. da mesma forma o faz o Coringa com sua fé na falta de moral dos homens. e tanto Dan Evans quando Batman/Wayne, mesmo tendo provas inequívocas de que as pessoas podem ser muito ruins e que o mundo caminha para o caos, buscam, no fiapo de sanidade que lhes restam, a salvação para suas próprias almas e para aquilo que lhes restam.
é claro que o fazendeiro é um personagem completamente diferente do Batman. mas é possível captar em ambos o mesmo olhar que é fruto de sua fé inabalável em si mesmo e em sua missão.
ao mesmo tempo, ainda nesse fim de semana, me deparei com a notícia lincada logali em cima. como assim alguém me comete o disparate de comparar o George W. Bush com o Batman? meu primeiro impulso foi escrever um longo texto, mas logo vi que ele seria simplesmente fraco e apaixonado.
o argumento definitivo para rebater a estupidez do autor do artigo é que o Batman não INVENTOU sua guerra. a guerra do batman defende o direito legítimo dos cidadãos de bem da cidade em que vive e ama. ele não usa um ideal distorcido de democracia para impor sua guerra e disfarçar seus reais interesses, convenhamos, puramente comerciais.
ah! os ideais do W, como o articulista do WSJ gosta de chamá-lo, não são fajutos! a guerra que ele trava é contra o terrorismo e pela democracia.
bem, se você tem o nível de leitura de uma criança de cinco anos eu aceito essa interpretação. não mais, não! se a guerra do Bush fosse contra o terrorismo ela estaria sendo travada no Afeganistão [lembram? quem atacou as duas torres? alguém sabe dizer porque ressucitaram o Iraque? depois daquela guerra que o bush pai perdeu?]. e sua guerra não é pela democracia tãopouco. se fosse ele estaria atuando na África, no Leste Europeu ou afins. onde estava a democracia americana no massacre de Timor Leste? [eu sei que é na Ásia]
W não é Batman. ele não escolhe ser vilão para defender um ideal mais nobre. ele escolhe ser vilão para muitos, mais herói para seus comparsas criminosos.
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em tempo:
- pois é Alinne. agora você me deixou com a pulga atrás da orelha. eu atuei no "No Recreio", "Sorôco, sua mãe, sua filha" e "Feliz Aniversário" do Filhos da PUC. além de um tanto de sckets e intervenções. me adiciona no msn e talvez a gente tenha alguns amigos em comum.
-ah! os fãns Xiitas. um pequeno erro de digitação gera uma reação exagerada. sinceramente, não vou corrigir. sei qual é o plural de "man", conheço a obra de Alan Moore de cabo a rabo e não tenho saco com demonstrações de "eu vi Star Wars mais vezes que você e posso te dizer que o Han Solo atirou primeiro". não entendeu nada? clique aqui e veja o último comentário e aqui para saber o que eu penso disso. quando ao tiro do Han... ah... fica pra depois.
7/25/08
da profissão [porque me deu no saco escrever respostas]...
muito contente com o fato de que este blog ganhou sua segunda leitora espontânea [a primeira é a Jô, que já é parceira de letras e tá linkada ali do lado, as outras pessoas que lêem são meus amigos antes e como não quero que esse espaço seja mais que uma diversão ocasional isso não me incomoda], estou muito felizmente respondendo as provocações dela [as pessoas amigas sabem que eu tento responder sempre, só não por aqui... para falar de mim eu prefiro outros meios, mas como estou sendo provocado, no melhor sentido do termo, e não tenho outro meio de resposta, vai por aqui mesmo].
tinha tempos que eu não tinha tanto ânimo para postar aqui.
mas então que temos um pouco disse em comum sabe? eu sou seu parceiro de armas na luta pela poesia na vida. acho que é a única forma legítima de viver.
claro que sou mais partidário dos poetas malditos, mas reconheço, admiro e louvo uma coisa bonita quando vejo. até porque elas tem saltado aos olhos por contraste, né?
eu já brinquei de ator e, mesmo não sendo lá muito talentoso, eu era bem feliz com o pessoal do Filhos da PUC, na PUC Minas. hoje eu estou em curitiba, me matando de trabalhar [tá, nem tanto, mas um charminho as vezes cai bem, como uma bela morena tem me ensinado nas bandas de cá].
estou com um projeto super embrionário que, mesmo se não der em nada, vai me garantir muita diversão e umas boas memórias. de qualquer jeito esse projeto me possibilita escrever outras coisas um pouco menos áridas que a absorsão do nutrientes no intestino de suínos [esse mundo do jornalismo leva a gente para cada lugar né?].
ao mesmo tempo, as chances de esse projeto darem dinheiro são extremamente pequenas, mas ele, Deus querendo, deverá suprir minha ansia por poesia na vida, coisa que o teatro fazia tão bem.
mas é, cara amiga [que tal, parceira de armas na luta das letras, afinidade com palco, defesa da poesia, da mágoa afogada no fundo do copo... já pode ser amiga, não?], temos que levantar o peito e, como nos ensinou Deleuze, torcer todas as linhas de poder e saber usando a nossa subjetividade.
Alinne pois. o indivíduo sem identidade sai so anonimato.
muito prazer. bem vinda ao meu mundo.
P.S.: esses quatro olhos são meus sim...
tinha tempos que eu não tinha tanto ânimo para postar aqui.
mas então que temos um pouco disse em comum sabe? eu sou seu parceiro de armas na luta pela poesia na vida. acho que é a única forma legítima de viver.
claro que sou mais partidário dos poetas malditos, mas reconheço, admiro e louvo uma coisa bonita quando vejo. até porque elas tem saltado aos olhos por contraste, né?
eu já brinquei de ator e, mesmo não sendo lá muito talentoso, eu era bem feliz com o pessoal do Filhos da PUC, na PUC Minas. hoje eu estou em curitiba, me matando de trabalhar [tá, nem tanto, mas um charminho as vezes cai bem, como uma bela morena tem me ensinado nas bandas de cá].
estou com um projeto super embrionário que, mesmo se não der em nada, vai me garantir muita diversão e umas boas memórias. de qualquer jeito esse projeto me possibilita escrever outras coisas um pouco menos áridas que a absorsão do nutrientes no intestino de suínos [esse mundo do jornalismo leva a gente para cada lugar né?].
ao mesmo tempo, as chances de esse projeto darem dinheiro são extremamente pequenas, mas ele, Deus querendo, deverá suprir minha ansia por poesia na vida, coisa que o teatro fazia tão bem.
mas é, cara amiga [que tal, parceira de armas na luta das letras, afinidade com palco, defesa da poesia, da mágoa afogada no fundo do copo... já pode ser amiga, não?], temos que levantar o peito e, como nos ensinou Deleuze, torcer todas as linhas de poder e saber usando a nossa subjetividade.
Alinne pois. o indivíduo sem identidade sai so anonimato.
muito prazer. bem vinda ao meu mundo.
P.S.: esses quatro olhos são meus sim...
mais uma outra resposta...
cara desconhecida [engraçado, eu supus que era uma pessoa conhecida...enfim...] se engana sobre mim.
sou sim muito nerd. só que eu não vejo demérito nisso, além de pensar [e agir] que eu não sou só um nerd. na verdade eu faço de tudo o que me agrada e me garante diversão.
e eu não sou meio prepotente. eu sou muito prepotente, quando o assunto é cultura pop e afins. mas não se engane, é mero mecanismo de defesa.
agora, quanto a destrinchar o coringa... não me acho a altura, especialmente ante aqueles que já fizeram isso antes e melhor que eu. mas uma coisa me incomodou nessa madrugada. o uso que Cris Nolan faz do Coringa.
você [e eu me dirijo no singular porque, em tese, esse texto só se dirige à atriz/jornalista-consequentemente-pobre-e-desiludida (não resisti à acidez...)] percebeu como os dois diálogos do Coringa com Batman [na sala de interrogatório e de cabeça para baixo, no confronto final] são extremamente didáticos? o Coringa explica toda a dinâmica o filme. nas mãos de um diretor e de um ator menos competentes, teríamos aquela sensação do Minority Report, que houve um excesso de explicação e que fomos tratados como idiotas...
mas nesse filme, ficamos tão encantados com a atuação e com a direção que não é possível repreendermos o roteiro por nos contar o que já está sendo mostrado. sem contar que é uma abordagem filosófica muito interessante ["... é o que acontece quando uma força que não pode ser parada encontra um objeto que não poe ser movido..."]
[e preciso admitir que a lucidez com que o Coringa encara a sua própria loucura é quase tocante]
.....
agora, vamos às considerações.
como o Cinema em Cena é um site mineiro eu devo inferir que você é de lá também?
e, por fim, com um copo de cerveja, sentado numa mesa de bar eu sou bem melhor de fabulações e considerações que nesse espaço.
eu uso esse espaço como um quarto de despejo de idéias e como exercício de estilo. tenho muita resistência a escrever mais formalmente aqui [até porque eu faço isso profissionalmente].
já me prometi escrever mais regularmente, mas ando sem saco, sem tempo, sem idéias... coisas da vida, como diria Vonnegut...
mas aqui. você tem algum contato? gostei das suas idéias [gosto de quem não se dininui com minha prepotência]...
sou sim muito nerd. só que eu não vejo demérito nisso, além de pensar [e agir] que eu não sou só um nerd. na verdade eu faço de tudo o que me agrada e me garante diversão.
e eu não sou meio prepotente. eu sou muito prepotente, quando o assunto é cultura pop e afins. mas não se engane, é mero mecanismo de defesa.
agora, quanto a destrinchar o coringa... não me acho a altura, especialmente ante aqueles que já fizeram isso antes e melhor que eu. mas uma coisa me incomodou nessa madrugada. o uso que Cris Nolan faz do Coringa.
você [e eu me dirijo no singular porque, em tese, esse texto só se dirige à atriz/jornalista-consequentemente-pobre-e-desiludida (não resisti à acidez...)] percebeu como os dois diálogos do Coringa com Batman [na sala de interrogatório e de cabeça para baixo, no confronto final] são extremamente didáticos? o Coringa explica toda a dinâmica o filme. nas mãos de um diretor e de um ator menos competentes, teríamos aquela sensação do Minority Report, que houve um excesso de explicação e que fomos tratados como idiotas...
mas nesse filme, ficamos tão encantados com a atuação e com a direção que não é possível repreendermos o roteiro por nos contar o que já está sendo mostrado. sem contar que é uma abordagem filosófica muito interessante ["... é o que acontece quando uma força que não pode ser parada encontra um objeto que não poe ser movido..."]
[e preciso admitir que a lucidez com que o Coringa encara a sua própria loucura é quase tocante]
.....
agora, vamos às considerações.
como o Cinema em Cena é um site mineiro eu devo inferir que você é de lá também?
e, por fim, com um copo de cerveja, sentado numa mesa de bar eu sou bem melhor de fabulações e considerações que nesse espaço.
eu uso esse espaço como um quarto de despejo de idéias e como exercício de estilo. tenho muita resistência a escrever mais formalmente aqui [até porque eu faço isso profissionalmente].
já me prometi escrever mais regularmente, mas ando sem saco, sem tempo, sem idéias... coisas da vida, como diria Vonnegut...
mas aqui. você tem algum contato? gostei das suas idéias [gosto de quem não se dininui com minha prepotência]...
outra resposta...
é...
acabei de ver o filme. num ano em que fui levado para a sala de cinema para ver Sangue Negro e Onde os Fracos Não Têm Vez, a nova película do Sr. Nolan consegue estar a altura, se não superar, já que leva reflexão com entretenimento, função (??) inata do cinema.
mas não me sinto confortável em escrever nada sobre esse filme. talvez porque ainda esteja tudo muito fresco na mente [saí do cinema a exatos uma hora e quinze minutos]. e não acho, realmente, que eu tenha algo a acrescentar a tudo o que foi dito por aí.
exceto um fato.
esse filme não é do coringa, ou, ao menos, não só do coringa. ele definitivamente não brilha sozinho e não ofusca ninguém. apenas um cego afirmaria isso.
a atuação de Heath Ledger é sensacional, tecnicamente impecável e expremamente viceral. mas assim é a do Cris Bale, de Aaron Eckhart e de todos os outros. é perda de tempo até mesmo enumerar.
o filme em si é uma obra tão completa que não prevê nem a possibilidade de um ator minimamente despreparado. cada cena, cada fala, cada tomada, cada facho de luz é milimetricamente desenhado para gerar significado.
tenho pena de tudo o que vier depois, especialmente Watchmen.
e isso é tudo o que eu me atrevo a escrever nesse momento. prefiro, inclusive, falar de filmes que as pessoas não viram. me divirto mais e me sinto mais livre para dizer o que eu penso.
quanto ao Pablo... sinceramente? eu leio as críticas dele, mas acho ele muito apegado a técnica e penso que ele dá pouca importância para o que é mais importante em um filme, ou qualquer outra obra: seus desdobramentos. como uma obra gera uma avalanche de significados que se multiplicam para dentro de si e para fora, como num lago calmo atingido por uma pedra.
não digo que ele não deveria dominar a técnica, mas acho que ele acaba se prendendo demais a ela. e isso se reflete em seus textos, todos com uma estrutura muito similar [ele até usa as mesmas expressões: "o filme perde sua força no terceiro ato"...se eu ganhasse um real cada vez que eu tivesse lido isso].
acho o jogo dele bacana. mas não tenho saco com isso. cheguei no meu ápice quando advinhei qual filme era só pela granulação da película [Rambo - programado para matar, a cena tinha só um carro estacionado]. prefiro me dedicar a assuntos mais elevados.
quanto a críticas, fico com as do omelete pela nerdisse e com as do pilula pop pela delicadeza com que buscam a compreensão da obra. só leio as do pablo quando to com saco ou tempo...
ufa! eu juro que comecei a escrever pensando em fazer um texto breve...
acabei de ver o filme. num ano em que fui levado para a sala de cinema para ver Sangue Negro e Onde os Fracos Não Têm Vez, a nova película do Sr. Nolan consegue estar a altura, se não superar, já que leva reflexão com entretenimento, função (??) inata do cinema.
mas não me sinto confortável em escrever nada sobre esse filme. talvez porque ainda esteja tudo muito fresco na mente [saí do cinema a exatos uma hora e quinze minutos]. e não acho, realmente, que eu tenha algo a acrescentar a tudo o que foi dito por aí.
exceto um fato.
esse filme não é do coringa, ou, ao menos, não só do coringa. ele definitivamente não brilha sozinho e não ofusca ninguém. apenas um cego afirmaria isso.
a atuação de Heath Ledger é sensacional, tecnicamente impecável e expremamente viceral. mas assim é a do Cris Bale, de Aaron Eckhart e de todos os outros. é perda de tempo até mesmo enumerar.
o filme em si é uma obra tão completa que não prevê nem a possibilidade de um ator minimamente despreparado. cada cena, cada fala, cada tomada, cada facho de luz é milimetricamente desenhado para gerar significado.
tenho pena de tudo o que vier depois, especialmente Watchmen.
e isso é tudo o que eu me atrevo a escrever nesse momento. prefiro, inclusive, falar de filmes que as pessoas não viram. me divirto mais e me sinto mais livre para dizer o que eu penso.
quanto ao Pablo... sinceramente? eu leio as críticas dele, mas acho ele muito apegado a técnica e penso que ele dá pouca importância para o que é mais importante em um filme, ou qualquer outra obra: seus desdobramentos. como uma obra gera uma avalanche de significados que se multiplicam para dentro de si e para fora, como num lago calmo atingido por uma pedra.
não digo que ele não deveria dominar a técnica, mas acho que ele acaba se prendendo demais a ela. e isso se reflete em seus textos, todos com uma estrutura muito similar [ele até usa as mesmas expressões: "o filme perde sua força no terceiro ato"...se eu ganhasse um real cada vez que eu tivesse lido isso].
acho o jogo dele bacana. mas não tenho saco com isso. cheguei no meu ápice quando advinhei qual filme era só pela granulação da película [Rambo - programado para matar, a cena tinha só um carro estacionado]. prefiro me dedicar a assuntos mais elevados.
quanto a críticas, fico com as do omelete pela nerdisse e com as do pilula pop pela delicadeza com que buscam a compreensão da obra. só leio as do pablo quando to com saco ou tempo...
ufa! eu juro que comecei a escrever pensando em fazer um texto breve...
7/24/08
resposta...
caro anônimo que eu não tenho nem idéia de quem seja, mas sua visita no meu humilde espaço é como um Sol de alegria para a minha pessoa.
respondendo suas perguntas:
-já desconsiderei o erro de português... já vi e cometi piores.
-um post sobre o coringa? se eu conseguir pensar em algo que absolutamente ninguém tenha dito/falado/pensado/cogitado, talvez eu escreva. mas, vá lá, só vou ver o filme hoje.
respondendo suas perguntas:
-já desconsiderei o erro de português... já vi e cometi piores.
-um post sobre o coringa? se eu conseguir pensar em algo que absolutamente ninguém tenha dito/falado/pensado/cogitado, talvez eu escreva. mas, vá lá, só vou ver o filme hoje.
7/21/08
reflexões moderadas...
me pergunto se, algum dia jornalistas, publicitários, relações públicas e afins fizessem greve, a sociedade sentiria falta.
7/16/08
e daí que você se importa...
como todo bom blogueiro que se acha importante, agora ando metido a dar minha opinião sobre assuntos da atualidade. meio jacu, mas fazer o que né?
um dos blogs que eu acompanho sempre é o Instante Posterior do Bruno Medina, ex(?)-tecladista do Los Hermanos, por sua temperança e olhar apurado para as minúcias da realidade na qual está imerso.
o fato é que seu último texto, como o de alguns outros blogueiros mais interessantes/inteligentes, foi sobre esta nova lei seca.
o fato é que essa lei não me incomoda por si própria. acho que álcool e direção não combinam e que esses dois fatores estavam contribuindo para a geração do caos generalizado na sociedade brasileira.
mas, vem cá...
tudo bem o camarada perder a carteira. mas multas astronômicas é foda! simplesmente não dá. isso porque esse dinheiro não será visto investido em vias mais seguras e em transporte público eficiente e a qualquer horário do dia. digo isso isso porque esses fatores são tão ou mais assassinos/criminosos que a dobrdinha álcool/direção. ou você se esqueceu que motoristas alcolizados são responsáveis por algo em torno de 35% dos acidentes?
não, meu caro eventual leitor [se é que existe... ah! como me divirto com minhas ilusões de representatividade social], não estou diminuindo esse número. ele é alarmante sim! 35% é muita coisa. mas e os outros 65% causados por estradas ruins, motoristas despreparados, falta de sinalização, buracos, etc, etc...
ainda no espírito do post abaixo:
- leis abusivas sem debate verticalizado com ampla repercussão e mudança social e estrutural não!
um dos blogs que eu acompanho sempre é o Instante Posterior do Bruno Medina, ex(?)-tecladista do Los Hermanos, por sua temperança e olhar apurado para as minúcias da realidade na qual está imerso.
o fato é que seu último texto, como o de alguns outros blogueiros mais interessantes/inteligentes, foi sobre esta nova lei seca.
o fato é que essa lei não me incomoda por si própria. acho que álcool e direção não combinam e que esses dois fatores estavam contribuindo para a geração do caos generalizado na sociedade brasileira.
mas, vem cá...
tudo bem o camarada perder a carteira. mas multas astronômicas é foda! simplesmente não dá. isso porque esse dinheiro não será visto investido em vias mais seguras e em transporte público eficiente e a qualquer horário do dia. digo isso isso porque esses fatores são tão ou mais assassinos/criminosos que a dobrdinha álcool/direção. ou você se esqueceu que motoristas alcolizados são responsáveis por algo em torno de 35% dos acidentes?
não, meu caro eventual leitor [se é que existe... ah! como me divirto com minhas ilusões de representatividade social], não estou diminuindo esse número. ele é alarmante sim! 35% é muita coisa. mas e os outros 65% causados por estradas ruins, motoristas despreparados, falta de sinalização, buracos, etc, etc...
ainda no espírito do post abaixo:
- leis abusivas sem debate verticalizado com ampla repercussão e mudança social e estrutural não!
7/15/08
emputecimento...
no brasilzão de Deus que estamos. com suas maracutaias, esquemas e afins. tá cada vez mais difícil até ficar puto com as coisas.
nas últimas semanas duas coisas.
1- projeto de lei do mais que picareta senador eduardo azeredo. ele quer, em linhas gerais, que os servidores brasileiros mantenham registros dos usuários para criminalizar ações como troca que músicas e/ou filmes. isso é proteção burra dos direitos intelectuais. até a Trama tem disponibilizado árte de seu acervo para download através do selo Trama Virtual. se o tal senador ainda fosse idôneo, beleza! mas camarada que teve campanha finaciada através de 'valerioduto' vir dar uma de cavaleiro do bastião da moralidade... faça-me o favor!
mais detalhes e petição online para tentar barrar essa estupidez.
2- publicidade do senado brasileiro extrema e absurdamente superfaturada. esse, deixo a palavra para um blogueiro infinitamente mais tarimbado que eu.
informações coletadas pelos: contraditorium e blog do tas.
nas últimas semanas duas coisas.
1- projeto de lei do mais que picareta senador eduardo azeredo. ele quer, em linhas gerais, que os servidores brasileiros mantenham registros dos usuários para criminalizar ações como troca que músicas e/ou filmes. isso é proteção burra dos direitos intelectuais. até a Trama tem disponibilizado árte de seu acervo para download através do selo Trama Virtual. se o tal senador ainda fosse idôneo, beleza! mas camarada que teve campanha finaciada através de 'valerioduto' vir dar uma de cavaleiro do bastião da moralidade... faça-me o favor!
mais detalhes e petição online para tentar barrar essa estupidez.
2- publicidade do senado brasileiro extrema e absurdamente superfaturada. esse, deixo a palavra para um blogueiro infinitamente mais tarimbado que eu.
informações coletadas pelos: contraditorium e blog do tas.
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